TPC – Terapia Pós Ciclo – Como fazer

Entenda melhor o que é uma terapia pós ciclo, mais conhecida como TPC

A terapia pós-ciclo (TPC) é um regime dietético e de medicamentos feito por usuários de esteróides anabolizantes para compensar, evitar e minimizar os efeitos colaterais decorrente do uso do esteróides anabolizantes. O objetivo é restaurar a produção endógena normal de hormônio sexual (tipicamente testosterona) depois do uso destes ergogênicos hormonais, dessa forma preservando a musculatura e força adquiridas e, minimizando efeitos colaterais como diminuição da libido, atrofia testicular, ginecomastia ou impotência sexual. Devido à ação severa de alguns esteróides anabolizantes no fígado (particularmente os orais – 17-AA), a TPC é utilizada também para ajudar a retirar algumas das toxinas do fígado e por fim prepará-lo para suportar um novo ciclo de esteróides anabolizantes.
Como fazer uma TPC? Veja Exemplos:

Testosterona

Informações

A testosterona é o androgênico dominante encontrado no cérebro, nos ovários, na hipófise, nos rins e nos testículos. Responsável pelas características que distinguem o organismo masculino, tais como:

· Provoca o crescimento de pêlos: no púbis, na face e no peito;

· Ao longo dos anos diminui o crescimento do cabelo;

· Hipertrofia da laringe – voz rouca e grossa;

· Aumenta a aspereza do tecido subcutâneo;

· Aumento da secreção de glândulas sebáceas – acne;

· Aumento da musculatura;

· Aumenta a quantidade total da matriz óssea;

· Aumento do metabolismo basal;

· Aumenta a quantidade de hemácias (20%).

No homem, a testosterona reflete principalmente a função testicular. Nas mulheres, a testosterona é responsável pela libido. No sexo feminino a verificação dos níveis de testosterona é empregada na avaliação do hirsutismo (crescimento excessivo dos pêlos corporais), na síndrome dos ovários policísticos e nos tumores virilizantes adrenais ou ovarianos.

Valores de referência para a testosterona total (ng/dl):

  • Homens

Pré-puberal: 10 a 20

Adultos: 300 a 1000

  • Mulheres

Pré-puberal: 10 a 20

Adultos: 20 a 80

Menopausa: 8 a 35

 

Quais As Funções Da Testosterona? Ela tem basicamente duas funções : uma chamada anabólica e outra androgênica. Pela função anabólica ela atua, principalmente, sobre as zonas de crescimento dos ossos. Além disso, ela influencia o desenvolvimento de praticamente todos os órgãos do corpo humano. Pelo lado androgênico, ela é respons ável pelo desenvolvimento das características sexuais masculinas (órgãos sexuais , produção de espermatozóides , pelos , barba, voz, etc). E mais: a testosterona age também na distribuição da gordura corporal, dando a nítida diferença entre a silhueta masculina e feminina.

Perfil Completo

As Características

Tempo de ação: 3 dias (propionato); 8 dias (enantato); 14 dias (cipionato) Dosagem relatada: 200-2000mg por semana Aromatiza: sim Converte-se em DHT: sim Acne: sim Retenção hídrica: sim Pressão Alta: sim Inibe o eixo HPT: muito Hepatotóxica: não (apenas na versão metilada)

A História

Em paris, um médico de 72 anos afirmou para os seus colegas que havia descoberto um tratamento para rejuvenescer o corpo e a mente. Dizia ele que dentre vários benefícios, havia aumentado sua força física e desempenho intelectual. Para conseguir estes resultados, tudo o que o médico precisou fazer foi injetar um líquido extraido dos testículos de cães e porcos da índia. Este foi Charles-Édouard Brown-Séquard, em 1889, que apesar de não conhecer a existência da testosterona, atestava que aquela “secreção interna” (termo usado para se referir ao fluido que era administrado) trazia uma série de benefícios quando injetada no corpo humano. Contudo, na época, os especialistas na área não deram muito crédito para Charles-Édouard, e alegaram que os efeitos positivos alcançados por ele foram simples fruto da auto-sugestão. Infelizmente Charles se deixou levar pela zombaria de seus colegas e abandonou suas pesquisas neste campo (1).

Quase 40 anos depois, em 1927, Fred Koch descobriu que animais castrados eram remasculinizados após receberem uma substância isolada, proveniente de testículos de boi. Contudo, o trabalho para obter isolar essa substância era enorme, fazendo com que fosse quase impossível conseguir quantidades suficientes para a realização de estudos em humanos. Naquele momento, eram necessários mais de 80kg de testículos bovinos para extrair cerca de 20mg da substância. No entanto, haviam interesses por trás dessa descoberta, especialmente de grandes indústrias farmacêuticas como a Schering, Organon e a Ciba. Nos anos 30, essas três empresas iniciaram um trabalho de pesquisa em grande escala nesta área, culminando com a identificação da molécula de testosterona pela Organon, em maio de 1935. Ainda em 1935, no mês de agosto, dois métodos para a síntese da testosterona a partir do colesterol foram desenvolvidos, um por Butenandt e outro por Ruzicka. Para ilustrar a grandiosidade deste feito, é preciso lembrar que ambos ganharam o prêmio Nobel de química pelas seus descobertas.

Os Efeitos

Muita confusão é feita quando se fala de testosterona, e grande parte disso é proveniente do incontável número de ésteres desta droga que estão disponíveis nos dias de hoje. Para que os efeitos da testosterona e seus ésteres sejam melhor compreendidos, precisamos entender que toda testosterona esterificada (propionato de testosterona, cipionato de testosterona, etc) é uma pró-droga, ou seja, uma susbtância inativa que será metabolizada no organismo após administrada, produzindo metabólitos ativos que irão proporcionar os efeitos desejados. Em outras palavras, a testosterona esterificada não promove efeito algum. Dessa forma, é preciso que a testosterona seja separada do seu éster para que ela exerça qualquer função no organismo. Esse fato levou muitos autores e usuários a acreditar que o éster atrelado à testosterona seria responsável apenas por alterar a sua meia-vida, de forma que os efeitos da testosterona seriam os mesmos, independente de qual fosse o éster (2). Desta crença se originou a tão famosa frase “testosterona é testosterona”. Contudo, na prática, a utilização de ésteres diferentes resulta em efeitos diferentes, e essa diferença de ação é bem conhecida há algumas décadas, tanto pelos usuários quanto por alguns pesquisadores que se interessaram pelo assunto. No entanto, testosterona continua sendo testosterona e a maioria dos seus efeitos são comuns a todos os ésteres. Dessa maneira, os efeitos comuns da testosterona serão enumerados e, em seguida, as diferenças decorrente dos diferentes ésteres. Então vamos ao que interessa.

A testosterona promove a construção muscular através de uma série de mecanismos distintos Aumentando a retenção de nitrogênio, que é o indicador primário do poder anabólico de uma droga, a testosterona disponibiliza mais material para que os músculos sejam construídos (3). A testosterona também é responsável por aumentar a produção de GH e IGF-1 (4)(5), duas substâncias que tem papel fundamental no anabolismo muscular, sendo este último intimamente ligada ao processo de hiperplasia, evidênciando os efeitos da testosterona sobre a maturação das células satélites (7), seja para reparação do tecido muscular ou para a formação de novas fibras. Além disso, a testosterona atua como um antagonista dos glucocorticóides, fazendo desta uma ótima droga anti-catabólica (, propriedade especialmente importante nos ciclos definição, quando o usuário se encontra em déficit calórico. Por falar em definição, a testosterona também se liga muito bem aos receptores androgênicos, promovendo a perda de gordura (9). A ligação com os receptores androgênicos também é responsável pelo aumento na síntese e armazenamento de glicogênio muscular (10), o que resulta em um treino mais intenso e melhor recuperação após o treino. Aumentando a quantidade de hemácias (11), a testosterona aumenta a vascularização e a resistência ao exercício aeróbico. Além dos vários benefícios ligados à estética e à performance, a testosterona pode prevenir (ou retardar) o mal de Alzheimer, infartos e ataques cardiácos, exibindo também uma série de efeitos positivos sobre a memória, o apetite, o humor, os ossos, os nervos e unidades motoras (17-20).

Com todos esses mecanismos agindo simultaneamente, muitos consideram a testosterona como a base para todo e qualquer ciclo. Ainda que existam alguns casos onde a testosterona não precisa necessariamente ser aplicada, aqueles que optam por colocar uma droga mais forte em seu ciclo certamente devem optar pela testosterona. De fato, a testosterona é a melhor opção custo benefício disponível, e se compararmos os resultados absolutos veremos que poucas drogas tem o mesmo potencial da testosterona. A versatilidade da testosterona faz com que ela possa ser aplicada tanto em ciclos de definição quanto em ciclos de volume. Porém, diferentes ésteres conferem à testosterona diferentes propriedades, principalmente no que tange a conversão da testosterona em estrógeno, de forma que mesmo sendo a testosterona aplicável em qualquer ciclo, alguns ésteres atendem melhor à alguns objetivos do que outros.

Os Ésteres

Inicialmente a esterificação foi criada para tornar o uso de uma determinada droga mais confortável. Aumentando o tempo de liberação, o éster faz com que o usuário precise administrar a droga em intervalos de tempos maiores, ou fazer menos administrações em um mesmo intervalo de tempo. Considerando que geralmente a testosterona é administrada através de injeção intramuscular profunda, a esterificação poupa os usuários de alguns momentos de dor e desconforto. Contudo, aqueles que tiveram a oportunidade de utilizar ésteres de testosterona diferentes são categóricos ao afirmar que os ésteres mais curtos (como o propionato) tem ação diferente dos ésteres mais longos (como o enantato e o cipionato). Segundo estes usuários, o propionato de testosterona trás mais qualidade muscular e moderado aumento de peso, enquanto o enantato ou cipionato de testosterona promovem um maior aumento de peso no geral, ainda que boa parte seja de retenção hídrica, o que por sua vez reduz a qualidade muscular. Esse conhecimento empírico se estabeleceu ao longos dos anos, de forma que é natural ouvir recomendações sobre ésteres curtos em ciclos de definição e ésteres longos em ciclos de volume. Ainda que não houvessem estudos científicos comprovando essas diferenças, a simples observação dos resultados já seria uma base suficientemente forte para sustentar a aplicação dos diferentes ésteres em ciclos com objetivos distintos.

O ponto central na diferença entre as ações dos ésteres é a taxa de aromatização que ele confere à testosterona. Um estudo concluiu que ésteres mais longos ocasionam maior presença de estrógeno no organismo que os ésteres mais curtos (12). O mesmo estudo mostra que os individuos submetidos à ésteres curtos também tiveram maior contagem de espermatozóides, recuperação do eixo HPT mais acelerada, e pior perfil lipídico quando comparados aos individuos que foram expostos aos ésteres longos. Sabendo que o estrógeno é um grande supressor do eixo HPT e atua positivamente no perfil lipídico, fica fácil perceber que estes últimos parâmetros decorrem de uma menor taxa de aromatização por parte dos ésteres curtos. Ainda que o estudo em questão tenha sido realizado com macacos (Macaca fasicularis), os resultados convergem com o conhecimento empírico que foi acumulado com os anos de experiência dos usuários. Assim, com menos estrógeno no organismo, os ésteres curtos promovem melhora na qualidade muscular do usuário, já que a retenção hídrica com ésteres de testosterona mais curtos costuma ser branda ou mesmo inexistente.

Porém, os ésteres longos também tem suas vantagens. Ainda que a qualidade muscular fique comprometida graças à retenção hídrica decorrente do alto nível de estrógeno, os ésteres longos são superiores quando o quesito é a retenção de nitrogênio (13). Além disso, o estrógeno também tem propriedades anabólicas, já que este hormônio estimula a produção de GH e IGF-1 (14)(15)(16), aumenta a concentração de receptores androgênicos e atua positivamente sobre os mecanismos de utilização de glicose pelos músculos (10). Dessa forma, a presença de uma quantidade de estrógeno elevada pode ser benéfica para a construção muscular.

Outra diferença entre os ésteres reside sobre o seu peso molecular. Apesar de muito importante, esse fator costuma ser negligenciado pela maioria dos usuários. Como o peso molecular do éster influência diretamente na quantidade de testosterona que será liberada no organismo, o peso do éster deve ser levado em consideração quando a dosagem do ciclo for estabelecida. Dessa forma, quanto maior o éster atrelado à testosterona, menos testosterona será liberada na corrente sanguinea, necessitando assim de uma maior quantidade de testosterona esterificada para atingir uma determinada dosagem. Para ilustrar melhor este conceito, vamos tomar como exemplo dois ciclos, sendo um deles com 500mg de propionato de testosterona por semana e outro com 500mg de enantato de testosterona por semana. Nos ciclos citados, ambos estão usando quantidades iguais de testosterona esterificada, dando uma falsa impressão que a quantidade de testosterona administrada é igual nas duas situações. Contudo, no ciclo com propionato de testosterona, o peso molecular do éster corresponde a cerca de 20% da quantidade total administrada na semana, enquanto que no ciclo contendo enantato de testosterona, esta porcentagem sobe para 30%. Desta maneira, o primeiro ciclo conta com algo em torno de 400mg de testosterona por semana. Já o segundo ciclo conta com apenas 350mg de testosterona por semana. Assim, é importante que o usuário ajuste a quantidade de testosterona esterificada a ser administrada de acordo com o peso do éster. Para efeito de cálculos futuros, para cada 100mg de testosterona atrelada aos ésteres propionato, enantato e cipionato, você terá respectivamente 83.7mg, 69.9mg e 69.6mg de testosterona pura.

O Uso

Por força do hábito, convencionou-se entre a maioria dos usuários que a dosagem mínima para que a administração exógena de testosterona ofereça resultados significativos é de 500mg por semana. No entanto, usuários com menos experiência e tempo de treino podem conseguir resultados expressivos mesmo com doses mais baixas, como 200-300mg por semana, uma vez que estas pessoas tendem a ser mais leves e ter histórico de EAAs reduzido ou inexistente. Considerando que o corpo humano (homens) produz naturalmente cerca de 50mg de testosterona por semana, mesmo uma dosagem pequena como 200mg oferece uma quantidade de testosterona quatro vezes maior que a normal. Contudo, os usuários mais avançados parecem precisar de doses maiores para obter resultados expressivos, sendo que a dosagem normalmente utilizada por estas pessoas fica entre 500 e 1g. Ainda assim, existem usuários que optam por dosagens elevadas, podendo chegar a 1,5g ou 2g.

As propriedades da testosterona fazem com ela possa ser aplicada em qualquer ciclo, seja qual for o objetivo. Como você deve ter percebido até aqui, alguns ésteres se aplicam melhor em certo ciclos. Para ciclos de definição os ésteres curtos, como o propionato de testosterona, são uma melhor opção por resultar em menos estrógeno. Para maximizar os resultados do ciclo, um inibidor de aromatase é necessário, reduzindo ao máximo a aromatização, afim de que se possa aproveitar todo o potencial da testosterona no quesito queima de gordura. Em ciclos com esse objetivo, drogas mais androgênicas e não aromatizáveis podem ser associadas à testosterona, como a trembolona ou drostonolona, ou mesmo drogas com perfil mais anabólico, como o estanozolol por exemplo. Ésteres curtos também podem ser aplicados em ciclos que visam aumento de massa muscular sem perda da qualidade, já que um leve aumento no nível de estrógeno é aceitável e bem-vindo neste tipo de ciclo. Para os ciclos que buscam este objetivo, drogas não aromatizáveis (como estanozolol, oxandrolona, trembolona, etc) ou as que tem baixa taxa de aromatização (como boldenona e fenilpropionato de nandrolona) são opções que tendem a maximizar os resultados. Nos ciclos que buscam aumento de volume, os ésteres longos (enantato, cipionato, etc) trazem melhor resultado, uma vez que proporcionam maior retenção de nitrogênio e a alta taxa de conversão em estrógeno favorece a construção muscular. Drogas como oximetolona, metandrostenolona e decanoato de nandrolona são opções válidas para se combinar com a testosterona nos ciclos que visam grande aumento de massa muscular.

Os Colaterais

Por ser a droga mãe de todos os outros EAAs, a testosterona recebeu o valor androgênico 100, e esse valor é usado como parâmetro para estipular o potencial androgênico de todas as outras drogas. Assim, quando você se deparar com uma droga cujo valor androgênico é 200, isso quer dizer que ela é duas vezes mais androgênica que a testosterona. Ainda que o valor androgênico da testosterona seja bem menor que o de outras drogas, como a trembolona (valor androgênico 500), ela é capaz de provocar colaterais desta natureza, como oleosidade da pele, acne e queda de cabelo. Além disso, a testosterona é reduzida pela enzima 5-alfa-reductase, gerando a dihidrotestosterona (DHT), que é um EAA ainda mais androgênico que a própria testosterona. Outros colaterais de natureza androgênica como o comportamento agressivo também podem surgir durante um ciclo contendo testosterona.

Por ser convertida em estrógeno quando em contato com a enzima aromatase, colaterais como retenção hídrica, aumento na pressão arterial e ginecomastia são possíveis. É importante observar que, como visto anteriormente, ésteres curtos tendem a causar menos colaterais de origem estrogênica que os ésteres longos, já que resultam em menores níveis de estrógeno. Sendo assim, os usuários mais sensíveis aos colaterais estrogênicos devem optar por ésteres curtos, como o propionato, afim de evitar complicações futuras. Contudo, paradoxalmente, algumas pessoas são sensíveis à ação rápida dos ésteres curtos (22), e aqueles que fazem parte deste grupo costumam relatar febre, cansaço e falta de disposição para treinar e se alimentar corretamente.

Durante o uso de testosterona exógena, o eixo HPT é suprimido rapidamente (2), sendo necessário fazer a TPC adequada com o objetivo de minimizar o crash hormonal ao final do ciclo. O perfil lipídico também pode ser alterado nos ciclos contendo testosterona. Um estudo com 61 homens saudáveis, onde foram utilizadas diferentes dosagens de testosterona durante 20 semanas, mostrou um redução no HDL proporcional à dosagem utilizada, concluindo que este é um colateral dose-dependente (21). RETIRADO DO STE VIGOREX

Referências

1. The History of Synthetic Testosterone; February 1995; Scientific American Magazine; by Hoberman, Yesalis; 6 Page(s) 2. William Llewellyn, Anabolics 2006 3. The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism Vol. 82, No. 11 3710-3719 4. The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism Vol. 90, No. 3 1613-1617 5. Am J Physiol Endocrinol Metab 282: E601-E607, 2002 6. Am J Physiol Endocrinol Metab 283: E154-E164, 2002 7. Curr Opin Clin Nutr Metab Care. 2004 May;7(3):271-7 8. J Lab Clin Med. 1995 Mar;125(3):326-33 9. Curr Pharm Biotechnol. 2004 Oct;5(5):459-70 10. L Rea, Building the Perfect Beast, 2003 11. Zhonghua Nan Ke Xue. 2003;9(4):248-51 12. Journal of Andrology, Vol. 24, No. 5, September/October 2003 13. J Am Geriatr Soc. 1954 May;2(5):293-8.. PMID: 13162731 14. J Clin Endocrinol Metab 76:996–1001 15. J Clin Endocrinol Metab 81:1217–1223 16. J Clin Endocrinol Metab 82:3414–3420 17. Heart. 2004 Aug;90(:871-6 18. Pol J Pharmacol. 2004 Sep-Oct;56(5):509-18 19. Proc Natl Acad Sci U S A. 2002 Feb 5;99(3):1140-5. Epub 2002 Jan 22 20.J Gerontol A Biol Sci Med Sci. 2001 May;56(5):M266-72 21. Am J Physiol Endocrinol Metab. 2001 Dec;281(6):E1172-81 22. L Rea, Chemical Muscle Enhancement, 2002

Metandriol (Dipropionato de Metilandrostenediol)

Informações

Basicamente o metilandrostenediol é subproduto de um pró-hormônio (5-androstenediol), considerado um esteróide não muito potente. É disponível, normalmente, na Austrália em versão veterinária, com concentração de 50 mg/ml. Tem a fama de permitir que outros esteróides permaneçam em estado livre no organismo por um período maior. A droga não costuma ser utilizada sozinha, mas sempre em combinação com outro esteróide.

Orimetene ou Cytradem (Aminoglutademida)

Informações

Esta droga é utilizada como substância anti-catabólica por bloquear o hormônio cortisol. É levemente anti-androgênica e antiestrógena. Originalmente, é destinada a pessoas que sofrem de câncer de mama e da síndrome de Cushing, na qual o indivíduo acometido produz cortisol em excesso. Normalmente, é utilizada durante o período fora de temporada, alternando 30 dias de uso com 30 dias de descanso, e em fase logo antes da competição, para auxiliar a manutenção da massa muscular durante dieta de definição. Como é um bloqueador de cortisol, não deve ser administrado ininterruptamente. É demonstrada que após um curto período de utilização ininterrupta dessa droga, o organismo reagirá a baixa produção de cortisol e irá liberar um outro hormônio, denominado de ACTH (adrenocorticóide). Com isso, o organismo retoma a produção normal de cortisol e a administração de aminoglutademida se toma inútil.

É importante salientar que o cortisol não é inteiramente um mal como algumas pessoas tendem a pensar. Tem funções primordiais em nosso organismo, tais como: modulador do metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras; efeito antiinflamatório – através da inibição da síntese dos mediadores da resposta inflamatória – e ainda, a ausência do cortisol pode acarretar a diminuição da contratilidade e do desempenho dos músculos esquelético e cardíaco. Por outro lado, níveis excessivos de cortisol, a longo prazo, produzem redução da massa muscular por meio da inibição da síntese protéica e estímulo da proteólise, perda de massa óssea, inibição dos níveis de hormônio do crescimento (GH), resistência a insulina, supressão da conversão do inativo hormônio da tireóide T4 no ativo T3 e redução da temperatura corporal. Portanto, podemos observar o motivo de tanto interesse entre culturistas em controlar, mas não suprimir completamente os níveis de cortisol.

Muito embora a aminoglutademida seja utilizada em ciclos fora de temporada, atletas mais cautelosos só se arriscam em toma-la durante o período pré-competição, utilizando a dosagem de 500 mg em duas tomadas, de 250 mg diárias, durante algumas semanas apenas. A dosagem só seria aumentada para 1000 mg, com 2 tomadas diárias de 500 mg, nos últimos seis a dez dias que antecedem ao dia da competição.

Já observamos atletas que insistiram em usar essa droga por período mais prolongado e fora de temporada, experimentarem muita dor articular e ficaram parecidos com o Soneca, tamanho o desânimo e o adormecimento que sentiram durante o dia. Portanto, aqueles que insistirem em fazer uso desse tipo de droga, devem ficar alertas a esses sintomas, pois são indicativos de que a droga deverá ser descontinuada.

Esse medicamento pode reduzir o apetite, causar depressão, apatia, náuseas, vômitos, disfunções da tireóide e do fígado, dores de cabeça e nas articulações e queda do metabolismo. De novo, quando esses sintomas forem detectados, a droga deve ser descontinuada imediatamente.

A dosagem usual visando supressão dos níveis de estrógenos seria de dois tabletes de 250 mg por dia em doses divididas, dois dias sim dois dias não, com 12 horas de intervalo entre uma administração e outra, para evitar a ação do ACTH Já quando se visa o bloqueio da síntese de cortisol, a dosagem de 1000 mg por dia seria normalmente utilizada.

Melatonina

Informações

Este é um hormônio que se origina na glândula pineal. A melatonina, quando liberada, causa sonolência e sensação de relaxamento. Somente a partir de 1994 é que passou a haver interesse maior por esta substancia pela sua divulgação entre pessoas que realizam viagens internacionais, isso com a finalidade de ajustar o horário biológico com o país visitado. A melatonina é normalmente secretada, causando sonolência e relaxamento, quando se faz uma refeição muito rica em carboidratos, quando se toma um banho quente prolongado ou quando há exposição do sol.

Alem de induzir o sono, pesquisas demonstram que a melatonina é um poderoso anti-oxidante que retarda o processo de envelhecimento. Pesquisas sugerem ainda que a melatonina possivelmente reduz o nível do hormônio catabólico cortisol. Existem também evidencias de que a melatonina estimula a produção de GH. Só por ser um poderoso anti-oxidante já justificaria o consumo de melatonina. Outra vantagem é que a melatonina não causa dependência nem precisa ser ciclada. Por causar sonolência não deve ser administrada durante o dia, principalmente se o indivíduo tiver de dirigir ou realizar qualquer atividade que requeira atenção. Apresentação: cápsula com 3mg de melatonina. é produzido por vários laboratórios nos EUA.

Este site é somente para consulta, não aprovamos e não nos responsabilizamos pelo uso de anabolizantes.

Clonidina – Catapres

Informações

Esta é uma droga utilizada para controle da pressão arterial.

Promove uma redução na resistência vascular periférica, reduzindo a pressão na parede dos vasos. O efeito hipotensor pode ser bastante atraente para os atletas que fazem uso de esteróides anabólicos altamente androgênicos. Mas este não é o único motivo do encantamento. A clonidina libera GRF (fator liberador de hormônio do crescimento) e este atua sobre as células da hipófise anterior, promovendo a liberação do hormônio de crescimento.

Apesar desses benefícios, muitos atletas preferem não usar esse medicamento, porque as dosagens efetivas podem provocar fadiga, tonturas, ressecamento de mucosas e distúrbio das funções sexuais. Também é bom mencionar que indivíduos com freqüência cardíaca bastante reduzida e que já apresentam pressão arterial baixa, deveriam ficar distantes da droga.

A dosagem, quando o objetivo é se beneficiar na otimização da liberação de GH, seria de 0,15 a 0,30 mcg pela manhã, acrescidos de 0,15 mcg antes de dormir.

Esiclene (formebolone)

Informações

Este é um esteróide anabólico de uso bizarro. O objetivo desta droga é ocasionar um efeito puramente cosmético, localizado que tem a duração média de 24 horas. Por isto é utilizada horas antes da competição. O Esiclene promove uma inflamação no local da aplicação, aumentando assim o volume do músculo por inchaço. Este é um dos poucos esteróides em solução aquosa e apesar de conter tintura de lidocaína (anestésico) nesta mistura, usuários testemunham que é uma injeção muito dolorida. O Esiclene é principalmente utilizado no bíceps, tríceps, ombros e panturrilha em injeção profunda, utilizando-se seringa e agulha de insulina. Se a aplicação não for profunda, o líquido pode acabar sob a pele prejudicando a definição. Alguns atletas mais radicais utilizam agulhas convencionais para garantir profundidade. Apresentação: Caixa com 6 ampolas de 2ml cada. É produzido pelo LPB PHARMACEUTICALS de Milano (Itália). Este site é somente para consulta, não aprovamos e não nos responsabilizamos pelo uso de anabolizantes.

Drive (Undecilenato de boldenone e dipropionato de metilandrostenediol)

Informações

Esta é outra droga de fabricação veterinária produzida na Austrália pela RWR Veterinary Products. É uma combinação de 30 mg/ml de dipropionato de metilandrostenediol e 25 mg/ml de undecilenato de boldenone, esteróides de efeito moderado em termos anabólicos e também com relação aos efeitos colaterais. Apesar do boldenone estar na forma undecilenato, pela concentração do dipropionato de metilandrostenediol, a administração dessa droga também ocorre normalmente na freqüência de duas a três vezes por semana, utilizando-se de 1 a 3 ml por aplicação.

Comparando o Drive com o similar Libriol, parece que o pri­meiro tende a reter menos líquido, o que nem sempre é desejável, principalmente em fase off-season, quando o atleta tende a procurar uma maior retenção hídrica intra-celular para favorecer o metabolismo protéico.

Atletas que costumam usar essas drogas observam um bom ganho de massa magra sem apresentar uma grande incidência de efeitos colaterais. Alguns indivíduos, mais sensíveis as ações dos estrógenos, poderiam considerar a possibilidade de utilizar algum anti-estrógenos ou bloqueador de estrógenos para minimizar a ação de alguns efeitos colaterais.

A dosagem mais comum seria a administração de 1 a 3 ml de 2 a 3 vezes na semana.

Perfil Completo

(Boldenona Base + Éster Undecilinato)

[17-beta-4-hidroxiandrosta-1,4-dien-3-um]

Peso Molecular(base): 281.4132

Peso Molecular(éster): 186.2936

Fórmula Química(base): C19 H26 O2

Fabricante: Vários

Dose Efetiva(Homens): 200-600mg/sem

Dose Efetiva(Mulher): 50-100mg/sem

Tempo de Ação: 15 dias

Tempo de Detecção: Mais de 5 meses

Relação Anabolismo/Androgenicidade: 100:50

Apresentação:Equifort Este produto foi criado com o objetivo de ser uma metandrostenolona injetável de longo período de ação. O que se sabe hoje é que esse produto nada tem a ver do o Dbol, a não ser na fórmula química. Um simples forma de pensar seria que a boldenona, quimicamente, é uma metandrostenolona sem o grupo 17aa. Porém quem conhece sabe que em termos de resultado os dois são muito diferentes. Para fazer a boldenona, foi inserida uma dupla ligação entre os carbonos dos átomos 1 e 2 do núcleo esteróide da testosterona. O que isso significa? Primeiro que a boldenona foi criada a partir de uma simples modificação da molécula de testosterona, o que nos faz pensar que existem muitas semelhanças entre elas. Boldenona é tão anabólica quanto a testosterona, mas possui somente metade da androgenicidade. Porém isso engana, pois não exitem relatos de pessoas dizendo ter ganho a mesma quantidade de peso com boldenona em relação a testosterona. Não é muito comum comparar essas duas substâncias, o mais comum é a comparação entre nandrolona e boldenona (fato esse atribuido a Dan Duchaine que disse que a boldenona era similar a nandrolona porém mais potente). Porém ela não age como a nandrolona, que é uma progestina e um esteróide derivado do 19-nor. Duchaine depois disse ter se decepcionado com os ganhos da boldenona em relação a nandrolona, porém disse que ela era uma melhor droga para força e vascularização. Boldenona sofre uma aromatização muito lenta, algo como metade da velocidade em relação a testosterona(1). Isso nos estudos, ja que a maioria dos atletas não relatam efeitos relacionados ao estrógeno, mesmo em altas doses. Virilização também não ocorre com a utilização desse composto. Isso a torna um dos poucos compostos injetáveis de uso seguro para as mulheres. Boldenona também apresenta uma resistência em relação a ação da enzima 5alfa-redutase(2)(3), que transforma uma pequena quantidade de boldenona em dihidroboldenona que é um andrógeno muito potente(4). Esse fato, associada a baixa taxa de aromatização torna desnecessário o uso de qualquer substância “protetora” em conjunto com a boldenona. Atletas que usam boldenona relatam um ganho lento e constante de qualidade muscular, que pode estar relacionado com o longo ester ligado a boldenona. Isso torna necessário o uso por no mínimo doze semanas. Existem hojem éster menores ligado a boldenona. A dose ideal parece ser a de 600mg/sem, e muitos relatam nenhum ganho adicional com doses maiores que essa. Porém o salto entre 400mg/sem e 600mg/sem parece produzir ganhos adicionais notáveis.

Um dos efeitos mais pronunciados da boldenona é sua habilidade de aumentar a taxa de células vermelhas no sangue (fato esse muito comum aos anabolizantes, porém um pouco mais forte com esse composto) e estimular o apetite, e é por causa desse efeitos que muitos incluem boldenona em ciclos para ganho de massa. Porém, devido a sua habilidade de promover ganhos de qualidade, ele também é uma ótima pedida para ciclos de cutting. Doses mais baixas constumam ser combinadas com esteróides injetáveis de meia vida curta como propionato de testosterona. Como todos esteróides, boldenona irá inibir o seu HPT o que torna aconselhável o uso de alguma testosterona junto (para evitar qualquer disfunção sexual). Uma TPC bem feita também é indispensável. Outras Apresentações -Bold FM 50mg/ml 50ml

-GoldBold 200mg/ml 10ml

-BoldaBol 200 BD Bibliografia 1. Endocrinology 71 (1962) 920-25

2. Metabolism of boldenone in man: gas chromatographic/mass spectrometric identification of urinary excreted metabolites and determination of excretion rates. Biol Mass Spectrom. 1992 Jan;21(1):3-16.

3. Gas chromatographic/mass spectrometric analysis of boldenone urinary metabolites in man. Yao Xue Xue Bao. 1991;26(5):362-6. Chinese. Erratum in: Yao Hsueh Hsueh Pao 1991;26(9):687.

4. Counsel et al., “Anabolic Agents. Derivatives of 5alpha-Androst-1-ene”, J. Org. Chem., 27 (1962), 248-251

Laurabolin

Informações

Laurabolin é um esteróide veterinário injetável contendo a droga “Laurato de Nandrolona”. Este anabolizante é basicamente o Deca, porém com uma atividade mais longa, ficando ativo por mais de 1 mês no organismo. Atletas de qualquer modo injetam a droga semanalmente basicamente. O anabolizante produz um efeito anabólico bem forte, com efeitos androgênicos respectivamente baixo.

Apesar de muitas mulheres usarem a Nandrolona, Laurabolin é melhor ser evitado. os efeitos androgênicos podem aparecer nas mulheres, por este ser um anabolizante de longo efeito. Durabolin pode ser uma melhor escolha. Para homens, doses de 200-400mg por semana são ideais. O produto vem em apola de 50mg por ml. Na foto está a mais recente versão. Um anabolizante ideal para ciclos de ganho muscular, mas é bom não exagerar, pois na prática quando se para de usar e de malhar a tendência é um queda na consistência muscular.

Este site é somente para consulta, não aprovamos e não nos responsabilizamos pelo uso de anabolizantes.

Eritropoietina – EPO

Informações

A eritropoietina é um hormônio glicoprotéico envolvido na formação das células vermelhas no corpo humano. É usado para o tratamento de algumas enfermidades, tais como diferentes tipos de anemia – inclusive a de portadores de AIDS e submetidos ao tratamento com o AZT – e por doentes acometidos por insuficiência renal crônica. O composto é produzido através da manipulação de células animais, utilizando a técnica de recombinação genética. A Eritropoetina natural é produzida principalmente pelos rins, sendo sua biosíntese e secreção estimuladas pela diminuição da oxigenação dos tecidos ou pela diminuição na quantidade de glóbulos vermelhos.

Atletas envolvidos em provas de longa duração são mais facilmente seduzidos pelo EPO, já que um maior número de glóbulos vermelhos favorecem um maior transporte de oxigênio. É sabido que a prática do doping sangüíneo é bastante comum no mundo dos esportes. Neste caso, uma quantidade de sangue é removida e guardada em condições ideais de higiene e refrigeração, para ser administrada antes de determinada prova, promovendo assim, de forma mecânica, um maior número de células vermelhas. Outra estratégia utilizada por atletas e que não caracteriza doping é treinar em locais de maior altitude, pois a menor concentração de oxigênio em regiões elevadas estimula a produção natural de eritropoietina. Obviamente, os mais “seduzíveis” não se darão ao trabalho de treinar em grandes altitudes, já que podem usar uma substância quimicamente manipulada que promove o mesmo efeito. Essa prática é conhecida como doping sangüíneo químico.

No doping sangüíneo mecânico pode ocorrer uma série de dificuldades associadas à armazenagem e a administração, levando-se em conta que um volume excessivo de sangue administrado pode acarretar ataque cardíaco, derrame e morte súbita. Já no doping sangüíneo químico (utilizando-se o EPO), parece haver uma diminuição na probabilidade de problemas maiores, desde que não ocorra abuso da droga. Mesmo assim, ela pode provocar hipertensão arterial, dores nos ossos, bradicardia, fadiga, diarréia, dores musculares e articulares, fraqueza, e sintomas gripais, tais como tosse, tontura, sonolência, febre e cefaléia.

Dentre culturistas essa droga não é popular. Alguns atletas a usam na esperança de suportar treinos mais intensos, por acreditarem que carecem de potência aeróbia. Existem ainda os que crêem na possibilidade de promover maior síntese protéica, muito embora tudo isso seja especulação. Existem algumas evidências – obtidas por estudos em ratos – que existem receptores de EPO nos mioblastos (células musculares imaturas), o que pode ser potencialmente favorável para o crescimento e reparação muscular. Provavelmente, esse é um dos motivos pelos quais alguns indivíduos associam o EPO com a potencialmente tóxica oximetolona, esteróide anabolizante que também promove o aumento do número de glóbulos vermelhos.

Relatos apresentam uma autópsia realizada em um ciclista europeu, cujo sangue teria a espessura de um iogurte, tamanha era sua concentração de hemácias. Fora os riscos para a saúde, essa é uma droga bastante dispendiosa e pode ser facilmente encontrada, em qualquer farmácia, normalmente por meio de solicitação médica. A meia vida da droga é de aproximadamente 4 a 5 horas.

Essa é mais uma droga dificilmente detectável em exames anti-doping. No Brasil, até o presente momento, não existe nenhum kit para sua detecção, o que pode deixar atletas facilmente atraídos e mais susceptíveis ao seu uso.

A dosagem terapêutica normalmente ficaria entre 15 e 50 UII kg três vezes na semana, de acordo com o grau e o tipo de patologia, chegando ao máximo de 4000 UI internacionais por dia. Mas existem relatos de ciclistas que teriam utilizado dosagens muito superiores às apresentadas. Normalmente, a prática inicia-se três semanas antes da competição, sendo que alguns atletas aumentam a dosagem à medida que a prova se aproxima.

Masteron (Propionato de Drostanolona)

Informações

Masteron é um esteróide altamente valorisada por profissionais bodybuilders. A grande popularidade deste esteróide injetável nos círculos de bodybuilders é devido aos recursos extras incluídos na substância. Propionato de Drostanolona é um derivado sintético da dihydrotestosteron (DTH). Isto faz com que a masteron não aromatize em qualquer dose e, portanto, não pode tornar-se estrógeno. Esta característica peculiar é confirmado pelo fabricante belga, Sarva Syntex, no acompanhamento folheto, “… Masteron é um esteróide com fortes características anti-…”

Masteron é um esteróide predominantemente androgénico, o atleta pode aumentar o seu nível androgénio sem o risco de aumentar os seus níveis de estrogênio. Isto produz uma dureza e nitidez dos músculos. É preciso notar que, no entanto, Masteron não melhoram automaticamente a qualidade dos músculos em todos.

Um pré-requisito é que o nível de gordura corporal do atleta deve ser muito baixa. Neste caso Masteron pode então ser o fator decisivo entre um músculo liso, plano ou muito rigido e definido. Para este efeito Masteron é frequentemente utilizada apenas durante as últimas quatro semanas antes de uma competição para que os músculos obter o último “cuting”. Masteron é especialmente eficaz em combinação com esteróides, como a Winstrol, Parabolan, Primobolan Depot, Testoviron Depot e Anavar.

A dose habitual tomadas pelos atletas é de cerca de 100 mg três vezes por semana. Porque o drostanolone propionato é uma substância que decompõe rapidamente no corpo, são necessárias injecções frequentes e regulares. Este fato torna masteron útil quando um esteróide anti-doping provas devem ser transmitidos com um teste negativo urina. Porque a substância drostanolone propionato não permanecem no corpo por um tempo muito longo, em um montante suficiente detectável, atletas injetar o composto com grande sucesso até duas semanas antes de um teste anti doping. No entanto, porque ele também tem características anabolizantes ajudam a desenvolver um sistema de alta qualidade muscular.

A utilização de Masteron não se limita à fase de preparação para uma competição. Atletas que querem evitar a retenção de água e que têm problemas com a rápida elevação dos níveis de estrogênio também apreciam Masteron. Neste caso, normalmente é injectada uma ampola (100 mg) a cada 2 dias. Em combinação com Primobolan Depot, Winstrol Depot, Testoviron ou não entregar enormes ganhos de força e peso, só os resultados de alta qualidade e durável. Embora as mulheres não usam Masteron muitas vezes alguns atletas (mulheres) provenientes de fontes nacionais e internacionais a concorrência é tomada antes do campeonato. As doses são normalmente observados 100 mg a cada 4-5 dias. Masteron não é hepatotoxico, pelo que qualquer dano ao fígado é altamente improvável. Pressão arterial elevada e ginecomastia não são um problema porque não está retendo água ou sal e estrogênio níveis permanecem baixos. O principal problema é acne e uma possível queda de cabelo acelerado desde o dihydrotestosteron está altamente relacionada com a receptores androgênicos na pele, especialmente os da cabeça. Porque o Masteron, na maioria dos casos, não é administrado em doses elevadas e excessivamente o consumo, ao mesmo tempo é limitado a poucas semanas, a compatibilidade para o atleta é geralmente muito bom. O belga Masteron é embalado em uma caixa contendo 2 ampolas de 2 ml / un As bolhas não têm qualquer impressão, mas que são embaladas com um rótulo dentro de um papel model protetor plástico . O fabricante também inclui duas serras para abrir as bolhas. Masteron caixa com dois frascos custos entre US $ 30 e $ 40 no mercado negro. Notavelmente, existem várias imitações de Masteron.

 

Texto traduzido pelo Google de Espanhol para Portugues, portanto pode haver erros de tradução.

Anabolicum Vister (Quimbolone)

Informações

Este é um esteróide originalmente destinado ao tratamento de mulheres no período pós-menopausa e ao tratamento de sintomas relacionados com o envelhecimento. É um esteróide muito pouco androgênico, não aromatiza e não é tóxico ao fígado por não ser um 17 alpha-alquelado, mas por outro lado tem um efeito anabólico muito restrito.

Atletas que estão iniciando o uso de esteróides, como também mulheres, são as que podem obter melhores resultados com os mesmos, enquanto aqueles já acostumados com drogas mais fortes não conseguem bons resultados administrando este esteróide.

Apresentação: Recipiente de vidro contendo comprimidos de 10 mg. E produzido somente na Itália pela PARKE DAVIS.

Proviron (mesterolona)

Informações

Este é um esteróide anti-aromatizante não tóxico. Também não tem propriedades anabólicas. É utilizado por ter ação similar ao citrato de tamoxifeno. Não bloqueia os citos receptores de estrógenos como faz o citrato de tamoxifeno, mas evitando que os esteróides aromatizem. Muitos atletas utilizam o Proviron em conjunto com o Nolvadex num esforço para reduzir os efeitos colaterais. Como ponto negativo, o Proviron parece competir com os esteróides anabólicos por citos receptores no músculo, reduzindo assim o efeito anabólico dos esteróides. O Proviron é utilizado por culturistas de ambos os sexos não só para evitar a ginecomastia mas também para aumentar a densidade muscular.

Apresentação: Frasco com 20 comprimidos sulcados. É produzido pela SHERING DO BRASIL.

Este site é somente para consulta, não aprovamos e não nos responsabilizamos pelo uso de anabolizantes.

Bula do Proviron

PROVIRON

 

Composição

Cada comprimido sulcado contém 25 mg demesterolona.

 

Posologia e Administração – PROVIRON

Posologia e duração do tratamento devem ficar a critério médico. Os comprimidos devem ser ingeridos, sem mastigar, com pequena quantidade de líquido. Diminuição da capacidade física e mental em paciente de meia- idade ou idade avançada e distúrbios de potência: inicio do tratamento: 1 comprimido 3 vezes ao dia. Uma vez obtida melhora clínica satisfatória, pode-se tentar reduzir a dose. Continuação do tratamento: 1 comprimido, 1 ou 2 vezes ao dia. De acordo com o tipo e a gravidade das queixas, a dose para o tratamento deve ser ajustada às necessidades individuais. Recomenda-se tratamento contínuo por vários meses. Hipogonadismo requer terapia contínua. Para desenvolvimento das características sexuais masculinas secundárias recomendam-se 1-2 comprimidos de Proviron, 3 vezes por dia, por vários meses. Como dose de manutenção, a utilização de 1 comprimido 2-3 vezes ao dia deve ser suficiente.Infertilidade: para melhoria de número e qualidade dos espermatozóides: pode-se usar 1 comprimido 2-3 vezes ao dia por um ciclo de espermatogênese, isto é, por aproximadamente 90 dias. Se necessário, o tratamento pode ser repetido após um intervalo de várias semanas. Para aumentar a concentração defrutose no ejaculado em casos de insuficiência de células de Leydig pós-puberal usar 1 comprimido, 2 vezes ao dia por vários meses.

 

Precauções – PROVIRON

Androgênios não são adequados para estimular o desenvolvimento muscular em indivíduos sadios ou para aumentar a capacidade física. Proviron é para uso apenas em pacientes do sexo masculino. Nos tratamentos prolongados, devem ser realizados exames periódicos da próstata com finalidade profilática. Após o uso de substâncias, tais como a contida no produto, tem- se observado, em casos raros, desenvolvimento de tumorhepático benigno e, ainda mais raramente, maligno, promovendo em casos isolados hemorragia intra-abdominal com risco de vida. Assim, deve-se interromper o uso do produto em caso de aparecimento de queixas abdominais (abdômen superior) não habituais que não desapareçam em curto espaço de tempo. Interações medicamentosas: a eficácia de Proviron pode ser reduzida com a administração de fenobarbital, pois este aumenta o catabolismo hepático dos hormônios esteróides.

 

Reações adversas – PROVIRON

Se em casos isolados ocorrerem ereções freqüentes ou persistentes, a dose deverá ser diminuída ou o tratamento interrompido a fim de se evitar lesão peniana.

 

Contra-Indicações – PROVIRON

Carcinoma de próstata, carcinoma de mama e tumor hepático atual ou antecedente do mesmo.

 

Indicações – PROVIRON

Diminuição da capacidade fisica e mental em paciente de meia- idade ou idade avançada: distúrbios resultantes de deficiência androgênica, tais como, redução de eficiência, fatigabilidade maior, diminuição da capacidade de concentração, diminuição da capacidade de memorização, irritabilidade, distúrbios do sono, estados depressivos e distúrbios vegetativos gerais podem ser superados ou melhorados com o uso deProviron. Distúrbios de potência: distúrbios de potência provocados por uma deficiência androgênica são eliminados com a administração de Proviron. Nos distúrbios de potência que forem em parte ou totalmente de outra origem, Proviron pode ser administrado como coadjuvante de outras medidas terapêuticas. Hipogonadismo: crescimento, desenvolvimento e função de órgãos-alvo androgênio-dependentes são estimulados por Proviron. Promove desenvolvimento das características sexuais masculinas secundárias nos casos de deficiência androgênica pré-puberal. Proviron elimina os sintomas originados por deficiência nos casos onde tenha ocorrido perda da função gonadal pós-puberal. Infertilidade: oligospermia e deficiência de secreção das células de Leydig podem ser causa de infertilidade. Com Proviron, o número e a qualidade dosespermatozóides, bem como a concentração de frutose no esperma, podem ser melhorados ou normalizados, aumentando assim a probabilidade de procriação.

Apresentação 

Frascos com 20 comprimidos sulcados.

 

Laboratório

 SCHERING

Gabormon (Metiltestosterona)

Informações

Este é um tipo de esteróide oral de curto período ativo no organismo, menos de uma hora, sendo a maior parte de seu componente ativo neutralizado no fígado. A este esteróide é acrescido o ácido gama-eminobutírici que é um mediador químico que age na transmissão do influxo nervoso nas sinapses. Não tem propriedades anabólicas significativas, sendo mais utilizado por levantadores olímpicos antes de treinamento pesado ou antes de competições para aumentar a agressividade. Apresentação: Frasco com 20 comprimidos (10mg de metiltestosterona e 5mg de acido gama-eminobutírico cada comprimido). É produzido no Brasil por QUÍMICA E FARMACÊUTICA NIKKHO DO BRASIL. Este site é somente para consulta, não aprovamos e não nos responsabilizamos pelo uso de anabolizantes.

Cetotifeno – Zaditen

Informações

O Cetotifeno é um anti-histamínico usado no tratamento da asma não emergencial. Reduz ataques asmáticos diários e melhora a eficiência de outros medicamentos anti-asma. O cetotifeno é um potente super-regulador dos receptores beta-adrenérgicos, em especial os beta-2 receptores, tomando-o aparentemente desejável quando o objetivo é perda de gordura, principalmente quando em combinação com outro termogênico beta-2 agonista, clembuterol. A combinação das duas drogas parece produzir resultados otimizados.

Pelo fato do clembuterol sub-regular rapidamente – por ter muita afinidade aos seus receptores – perde a eficiência em poucas semanas. Com o uso do cetotifeno, ocorre uma mudança radical. Pequena dosagem dessa substância, em associação com o clembuterol, parece reduzir drasticamente a sub-regulação promovida pelo clembuterol, permitindo ciclos mais longos da droga. Efeitos colaterais como polifagia (apetite aumentado), ganho de peso, tontura e mucosas secas podem ser associados com o uso de cetotifeno, principalmente com dosagens mais elevadas, acima de 6 mg por dia.

Uma dosagem entre 2 e 3 mg por dia parece ser bastante efetiva para evitar a sub-regulação do clembuterol, permitindo administração intermitente por várias semanas.

Bula da Zaditen

 

Laboratório

Novartis

Referência

Cetotifeno Comprimidos e Suspensão

Apresentação de Zaditen

compr. 1 mg cx. c/ 20 un. compr. SRO 2 mg cx. c/ 20 un. sol. oral 1 mg/ml fr. c/ 30 ml Xpe fr. c/ 120 ml (1mg/5ml)

Contra-indicações de Zaditen

Hipersensibilidade conhecida ao cetotifeno ou a outros componentes da fórmula.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Zaditen

Podem ocorrer, no início do tratamento, sedação e, raramente, boca seca e discreta tontura, que normalmente desaparecem espontaneamente com a continuação do tratamento. Ocasionalmente, foram observados sintomas de estímulo do SNC, tais como excitação, irritabilidade, insônia e nervosismo, particularmente em crianças. Foitambém relatado aumento de peso. Cistite raramente tem sido descrita em associação com ZaditenZaditen pode causar muito raramente um aumento em enzimas hepáticas e hepatite. Relataram-se casos isolados de reações cutâneas graves (eritema multiforme e síndrome de Stevens-Johnson), com ocorrência é de 1 caso em 2 milhões de pacientes expostos a Zaditen.

Zaditen - Posologia

Adultos Um comprimido de Zaditen SRO (2 mg) à noite ou 1 comprimido (1 mg) duas vezes ao dia (tomado com as refeições a cada 12 horas). Em pacientes suscetíveis a sedação, recomenda-se aumentar lentamente a dose durante a primeira semana de tratamento, iniciando-se com meio comprimido duas vezes ao dia e aumentando-se até a dose terapêutica completa. Quando necessário, a posologia diária pode ser aumentada até 4 mg, isto é, 2 comprimidos de ZaditenSRO uma vez ao dia, à noite, ou 2 comprimidos de Zaditen duas vezes ao dia. Na dose mais alta, pode-se esperar início acelerado da eficácia. Crianças – Crianças de 6 meses a 3 anos: 0,05 mg (= 1 gota da solução oral ou 0,25 ml do xarope) por quilo de peso corporal, duas vezes ao dia (pela manhã e à noite). Exemplo: uma criança que pesa 10 kg deve receber 10 gotas da solução oral ou 2,5 ml do xarope pela manhã e à noite. – Crianças acima de 3 anos: 1 mg (5 ml de xarope, 1 ml de solução oral ou 1 comprimido) duas vezes ao dia (tomado pela manhã e à noite, com as refeições) ou 1 comprimido SRO (2 mg) à noite. As observações clínicas confirmaram os achados farmacocinéticos e indicam que as crianças podem necessitar de dose mais elevada em mg/kg de peso corpóreo do que os adultos, a fim de se obter resultados adequados. Essa posologia mais elevada é tão bem tolerada quanto as doses mais baixas (veja também Farmacocinética). Tratamento broncodilatador simultâneo: quando são usados broncodilatadores simultaneamente com Zaditen, a freqüência de uso do broncodilatador pode ser reduzida. Na prevenção da asma brônquica, podem transcorrer várias semanas de tratamento para atingir-se efeito terapêutico completo. Recomenda-se, portanto, que os pacientes que não respondam adequadamente dentro de algumas semanas sejam mantidos em tratamento com Zaditen durante 2 a 3 meses no mínimo. Se for necessário interromper o tratamento com Zaditen, isto deverá ser feito progressivamente durante um período de 2 a 4 semanas. Os sintomas da asma podem reaparecer. Os comprimidos de Zaditen SRO devem ser deglutidos inteiros.

 

 

 



Página 1 of 612345...Última »